segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O Cimena Brasileiro


No próximo mês, janeiro de 2009, um novo filme do cinema brasileiro está sendo aguardado: "Se eu fosse você 2".
O nosso cinema tem investido em formatos como a comédia romântica, e por mais que não tenha nada de totalmente novo ou original, visto que produções americanas trilham pelos mesmos estilos adotados aqui, a primeira edição do filme em 2006 levou mais de 3 milhões de pessoas aos cinemas.

Podemos dizer que de modo bem humorado o primeiro filme pôde traçar as diferenciações entre os sexos e os impasses vividos por cada gênero. Ver sob a ótica do Outro, dentro dos costumes, ditames e expectativas que são geradas tanto para a mulher quanto para o homem tornou-se uma divertida aventura representada pelos atores, o que pode nos levar a uma visão mais ampla do universo feminino e masculino, e não se levantar trincheiras e criar feminismos ou outros ismos... istas...

Extrair reflexões sobre filmes pode se tornar um agradável exercício de habilidades e sensibilidade frente a vida, sentimentos, idéias, paradigmas...

A exemplo disto temos muitos outros exemplos de filmes como "Abril Despedaçado" que nos fazem pensar... nos convocam a sair do que já está estabelecido...

Viva a arte!!!!!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A importância de escritores e leitores críticos, de interlocutores que saibam dialogar...

Tendo em vista que muitas das vezes não nos apropriamos de um lugar atuante e engajador frente os discursos que nos rodeiam, a seguir apresento um resumo de um texto interessante disponível na internet.
Muitas das vezes, aqueles que chegam a uma graduação não sabem de fato escrever, de modo que a escrita seja um meio de produção do novo, de conhecimentos, e não simplesmente uma reprodução destes, de ideologias.
_________________
Texto: “Escritura, gêneros acadêmicos e construção do conhecimento”.
Com autoria de Désirée Motta-Roth o artigo vem discutir sobre a construção de conhecimento e ensino-aprendizagem através da produção escrita na e pela comunidade acadêmica universitária.
Concebendo o conhecimento como sendo construído a partir de gêneros compartilhados socialmente, a autora menciona a cultura de publicação existente no meio acadêmico e a prerrogativa das publicações serem vias de diálogo, este nem sempre harmonioso, tendo em vista os diferentes discursos presentes na sociedade, na comunicação em seu caráter dialógico.
Buscando com isto debater como tem se dado a produção escrita na academia, o texto traz afirmações como o fato de que saber ler e escrever de modo satisfatório sejam capacidades que repercutem na apreensão do mundo, na constituição de identidades. Assim, a escrita constitui-se, no referido texto, como indicador de poder político e cultural na medida em que incide na interpretação, no ato de formular uma representação a respeito de uma realidade.
Ao citar que o aluno geralmente chega à universidade sem conhecimentos prévios no que tange à escrita, dificultando assim a produção de conhecimentos, o artigo valoriza a ênfase em uma prática pedagógica específica. Esta que venha favorecer a formação de leitores e escritores melhor preparados para dialogar com o meio acadêmico.
A autora propõe que ensinar a redigir a fim de um desenvolvimento dos gêneros acadêmicos possa se dar mediante o engajamento do aluno e desta forma, que produções textuais, como publicações acadêmicas proporcionem diálogos mais amplos. Diálogo com outros pesquisadores, com instituições financiadoras, e que resultados encontrados possam ser utilizados para além da academia, como no ensino médio e fundamental.

Tal texto é encontrado no endereço: http://www.ufsm.br/labler/publi/escritur.htm

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O gesto de solidariedade da torcida atleticana...


PARABÉNS A TODA TORCIDA QUE CONTRIBUIU DE MODO IMPORTANTE PARA AS VÍTIMAS DA TRAGÉDIA EM SANTA CATARINA!!!!
É PAIXÃO PELO FUTEBOL E CONSCIÊNCIA SOCIAL!!!!
OBRIGADA POR FAZER A SUA PARTE, TORCIDA!!!!!!!

O hino do Atlético Mineiro


Depois do último domingo,

em homenagem ao clube,

aí vai o hino do torcedor atleticano...








O mineirão


No último domingo, dia 30/11 no estádio do Mineirão-BH foi possível participar de uma grande festa!!!


Com a partida entre Atlético Mineiro X Santos a massa atleticana compareceu em peso e em grande estilo!!!


O jogo foi assim mais uma oportunidade da torcida do galo mostrar sua forma apaixonada de torcer e mesmo sem uma vitória, valeu a pena ter ido ao Mineirão!!!!







domingo, 23 de novembro de 2008

Poesia... Clarice Lispector

http://claricelispectos.com/

Veja a genialidade da poetisa Clarice Lispector e a riqueza
da língua portuguesa.

Não te amo mais.
Estarei mentindo se disser que
ainda te quero como sempre quis.
Tenha certeza de que
nada foi em vão.

Sei dentro de mim que
você não significa nada.
Não poderia dizer nunca que
alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade:
É tarde demais.

Agora leia, frase por frase,
de baixo para cima.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Vídeo Youtube






Este é um dos vídeos que gostaria de expôr... Todo dia pode se tornar uma possibilidade de fazermos uma reflexão importante para nossas vidas...

http://br.youtube.com/watch?v=5VMUPrOgaks

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Considerei este artigo interessante e quis compartilhar...

Por favor, não roubem seus colaboradores!
João Alfredo Biscaia*

Muito provavelmente, os leitores deste artigo devem considerar o título extremamente agressivo, inclusive deselegante. Proponho que tenhamos muita calma e atenção sobre esse assunto, pois para mim, realmente, existem muitos "ladrões" nas organizações, não do dinheiro das empresas, mas sim das pessoas que com eles trabalham. A argumentação que tenho sobre essa afirmativa foi baseada no livro O caçador de pipas, de Khaled Hosseini, que tive o enorme prazer de ler e reler. Permito-me dizer que o livro me foi emprestado pela minha ex-sogra, acompanhado do seguinte bilhete: "Este livro é bom demais para ficar na prateleira". Principalmente em razão do bilhete, me encorajei em não deixar "engavetado na prateleira da minha cabeça" as conexões que consegui fazer durante a leitura deste livro com a realidade das organizações e nas atitudes, posturas e comportamentos de muitas pessoas que se auto-intitulam de líderes de pessoas, apenas em função do cargo que exercem. De todos os prazeres e sensações agradáveis e muitas vezes tristes, que a leitura deste livro me proporcionou, a mais marcante e significativa para mim foi a seguinte:Em conversa com seu filho Amir, Baba afirma que existe apenas um pecado no mundo: o do roubo. Ele justifica essa afirmação, dizendo:Quando você deixa de dizer para alguém alguma coisa que você acredita ser "verdade", você está "roubando" o direito dele saber o que você sente a seu respeito. Quando você mata alguém, você está "roubando" o direito de outras pessoas conviverem com a pessoa que você matou. Quando você "maltrata" alguém, você está "roubando" o direito dessa pessoa de ser feliz. Quando você mente para alguém, você está "roubando" o direito dela conhecer a verdade. Como decorrência dessas assertivas, imediatamente surgiram em minha mente os inúmeros "roubos" praticados nas organizações. Relaciono alguns deles para que os leitores possam examinar se, em sua organização, eles são praticados.Quando você chega atrasado em uma reunião, você está "roubando" o tempo das pessoas que chegaram na hora marcada. Quando você quer, ou impõem, que seus "colaboradores" (não podemos mais falar subordinados, é um termo ofensivo, dizem alguns), fiquem trabalhando rotineiramente após as 8 horas diárias, você está "roubando" o direito ao lazer, ao estudo, além do prazer que todos nós temos em desfrutar da companhia da esposa, filhos e dos amigos do coração. Quando você pede urgência na execução de determinada tarefa, e depois não dá a menor importância, você está "roubando" o seu colaborador. Quando você pensa que alguns de seus subordinados não estão correspondendo às suas expectativas, e nada diz, você está "roubando" a vida profissional deles. Quando você fala a respeito das pessoas e não com as pessoas, você está "roubando" a oportunidade deles saberem a opinião que você tem a respeito deles.
Quando você não reconhece os aspectos positivos que todas as pessoas têm, você está "roubando" a alegria e a satisfação que todos nós precisamos por nos sentir valorizados e úteis. Além de "roubar", você está sendo o principal gerador de um ambiente de trabalho desmotivador e desinteressante. Tenho hoje a convicção - não a verdade - de que realmente só existe um único pecado que qualquer profissional pode cometer no exercício de cargos de liderança: NÃO DIZER, DE FORMA EXPLICITA, CLARA E DESCRITIVA, COMO PERCEBE E SENTE OS DESEMPENHOS E OS COMPORTAMENTOS DAS PESSOAS COM QUEM TRABALHA.Todos nós temos um discurso fácil ao afirmar que é imprescindível haver respeito e consideração com todas as pessoas com quem convivemos, quer no plano pessoal ou profissional. Pensar e falar são coisas extremamente fáceis. O grande desafio está no agir, no fazer, no praticar aquilo que se diz ou pensa como sendo o certo, o correto nas relações entre as pessoas. Não valemos pelo que pensamos, mas sim pelo que realmente fazemos.Tenho constatado, como base no mundo real, que a maioria das pessoas deixa de se manifestar sobre como percebe e sente o comportamento das pessoas com quem convivem. A racionalização por não dizer nada é baseada no argumento de que, "afinal, ninguém é perfeito" e vai acumulando insatisfações, com reflexos inevitáveis nas relações.
Acrescento que o pior tipo de relacionamento que podemos praticar com as pessoas com quem trabalhamos e vivemos é o do silêncio. O silêncio fala por si só. Diz muita coisa, e gera uma relação de paranóia, muita ansiedade e enorme frustração. Dizem que as pessoas admitem boas ou más notícias, detestam surpresas. Tomo a liberdade de recorrer a um artigo escrito por Eugenio Mussak, na revista Vida Simples, do mês de julho deste ano. Ele é enfático ao afirmar que feedback é uma questão de respeito e consideração para a outra pessoa.Chego à conclusão de que só damos feedback para as pessoas que respeitamos e gostamos. Dar e receber feedback são questões básicas e essenciais para a existência de uma relação saudável, duradoura e, principalmente, respeitosa.Considero oportuno lembrar, também, que todas as coisas que prestamos atenção tendem a crescer. Se olharmos, tão somente os aspectos negativos de alguém, esses tendem a crescer aos nossos olhos. O inverso também parece ser fatal. Se dirigirmos nossas observações a respeito das questões positivas que todos nós temos, existe a grande possibilidade delas também crescerem.Em síntese: sugiro a você que façamos um exame de consciência profundo nas diversas relações que mantemos. Se pergunte com bastante freqüência: Será que eu estou "roubando" de alguém algumas informações ou percepções que podem lhes ser úteis para o seu crescimento pessoal e profissional? Fonte: HSM On-line Instituto MVC 16/10/2007 - Alfredo Biscaia, João Consultor Sênior do Instituto MVC, um dos maiores autores em temas ligados a RH.

sábado, 8 de novembro de 2008

“Sociedade do Conhecimento”


Discutir sobre novos modos de conduzir as pessoas a buscarem conhecimentos, modos estes instigantes e envolventes, saindo de um “script” conhecido, ou mesmo da acomodação do “recorta e cola” traz a tona uma reflexão de como nossa sociedade tem considerado o conhecimento. Em momentos da história da humanidade onde o dinheiro não é mais a moeda principal, mas sim o conhecimento, este passou a ser exigido e esperado de modo provocar profundas alterações no mundo do trabalho, exigindo um novo perfil de trabalhador, além de todo um reordenamento das relações entre as pessoas.
O conhecimento ao ser produzido, aprendido, transmitido, aplicado e enriquecido pelo ser humano, coloca a pessoa no centro dessa nova ordem e a partir daí como pensar o manejo dos profissionais na área da educação para que a busca e construção de conhecimentos se dê de modo a produzir inclusão, inovação, subjetividades? Junto a isto é inerente um desafio, já que a sociedade que vivemos imprime um ritmo cada vez mais veloz diante das situações, além das dúvidas, incertezas, mudanças, rupturas presentes. Como inovar, ser criativo, construindo bases sólidas de educação mesmo em meio à volatilidade do mundo contemporâneo?

A sensação de não estarmos adequados a todo este contexto suscita reflexões e questionamentos...










Depois de algum tempo


“Depois de algum tempo

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante com a graça de um adulto, e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vôo.

Depois de um tempo, você aprende que até o sol queima se você ficar exposto por muito tempo.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar...Que realmente é forte e que realmente tem valor..."

(William Shakespeare)

terça-feira, 21 de outubro de 2008

LIXO PSÍQUICO – A NECESSIDADE DE MUDANÇAS E RECICLAGENS EM NOSSO MUNDO CONTEMPORÂNEO

INTRODUÇÃO
Diante da postura consumista que assumidos há algum tempo mediante a instauração da era do capitalismo, vários são os debates que progressivamente têm se levantado, sobretudo quanto ao modo como vivemos em sociedade e como utilizamos os recursos disponíveis no planeta. Na medida em que nossos posicionamentos acenam para o que em nós se encontra internalizado, a maneira como temos cuidado, ou melhor, não temos conseguido cuidar do planeta tendo em vista as condições críticas a que este tem chegado, trazem questionamentos sobre a noção do cuidado de si na contemporaneidade. Sendo assim, a partir desta webquest busca-se propiciar um percurso mobilizador de investigação e reflexões sobre o que é e como lidar com nosso “lixo psíquico” e como que questões como a reciclagem, o desenvolvimento de uma efetiva comunicabilidade e de uma convivência social se vincula ao referido tema e, em última instância, a um processo de mudança, de aprendizagem de como lidar com as relações interpessoais e com o planeta e o quanto a escola pode ter um papel mediador e significativo frente tais questões.
TAREFA
Os alunos deverão, a partir de um exercício criativo e de investigação, pesquisar e discutir sobre o que venha a ser a expressão “lixo psíquico” e como as questões que se relacionam ao tema, ao entrarem em debate, podem promover um pensamento crítico sobre o nosso modo de estar no mundo e como temos considerado a nossa “casa planetária”.
PROCESSO
1- A partir das fontes indicadas, procure discorrer sobre o termo: “lixo psíquico” e sua compreensão acerca do mesmo e o que você consideraria como sendo formas de “reciclar” este lixo?
2- Tendo em vista que a “reciclagem” do “lixo psíquico” aponta para a necessidade de pensarmos novos modos de lidar com os nossos sentimentos e subjetividade, com nossas relações sociais e, juntamente com nossa relação com a natureza, o que podemos pensar como trazendo impasses para a reciclagem em todos estes níveis? Organize-se com os demais alunos de modo que se estruturem dois grupos: um grupo de verbalização e outro grupo de observação para que se discuta esta questão.
3- A escola se apresenta como uma das primeiras experiências de socialização de um sujeito, fazendo parte de sua constituição e história de vida. A seu ver, de que modo uma instituição de ensino pode contribuir para o desenvolvimento de uma favorável convivência social, consciência ecológica e preparação dos alunos para a vivência nos mais diversos grupos que farão parte de suas vidas? Escreva um texto que compreenda no máximo 1 folha A4 expondo seus pontos de vista.
4- Responda: Como o professor pode favorecer um processo de aprendizagem de forma a conduzir o aluno aprender a aprender, desconstruindo com este a idéia de que a construção do conhecimento seja uma tarefa negativa e desgastante, estimulando, por outro lado, sua criatividade e capacidade de imprimir e lidar com mudanças em seu convívio social?
5- Além de trazer efeitos muitas das vezes nocivos para o planeta, o progresso tecnológico não assegura unicamente que objetivos sejam alcançados. Isto, no sentido de que na corrida pelo sucesso, as empresas cada vez mais têm esperado determinadas habilidades das pessoas em suas admissões nas mesmas. Enumere quais habilidades você considera que sejam exigidas no mundo atual nos grupos de trabalho/empresariais.
6- Defina junto aos demais alunos 2 (dois) grupos, de no máximo 3 integrantes em cada, grupos estes que deverão aplicar em sala de aula, cada um, uma dinâmica de grupo. Após aplicação da dinâmica os objetivos da mesma devem ser apresentados e devem suscitar uma discussão relativa às questões em debate.
FONTES DE INFORMAÇÃO
http://www.humanus.pt/item1.php?lang=1&id_channel=39&id_page=196
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_social
http://projeto.org.br/cd/Bette_Professor.pdf
http://webquest.sp.senac.br/
http://www.webeduc.mec.gov.br/webquest/index.php
AVALIAÇÃO
Cada aluno será avaliado tanto por suas produções individuais, quanto pelas atividades desenvolvidas em grupo. Assim, a avaliação terá os seguintes critérios:
1. Participação e desenvolvimento no processo grupal; 2. Coerência e Pertinência da Produção de Texto; 3. Habilidades de Pesquisa; 4. Habilidades Tecnológicas; 5. Apresentação Oral.
Estes critérios receberão conceitos como: Ótimo [4]; Bom [3]; Regular [2]; Insuficiente [1] – estes que ao final totalizarão a nota total do aluno.
OBS: As produções escritas devem ser postadas nas datas previstas. O formato do texto deve constar de: letra com tamanho 12; texto com espaçamento 1,5.
CONCLUSÃO
Acredita-se que a discussão sobre a metáfora utilizada “lixo psíquico” possa ter contribuído para a reflexão do modo como somos socializados e como nos colocamos diante do que nos ocorre e do que está em nossa volta. Como “metabolizamos”, “reciclamos” e elaboramos nossas vivências e interações sociais e, sobretudo, como extrair das experiências grupais fontes de crescimento e amadurecimento pessoal, de aprendizado para a convivência e respeito mútuos.Após a conclusão do trabalho o aluno, além das reflexões propiciadas, poderá se questionar de forma ativa e dentro de sua singularidade como aprimorar os recursos de sua comunicação social. Isto, pois esta repercute nos processos grupais, e ao final das contas, para os projetos de vida de cada um, para o sucesso pessoal e para o desenvolvimento do modo de cuidar de si e do ambiente que nos rodeia.
CRÉDITOS
AFONSO, Lúcia (org.). Oficinas em dinâmica de grupo: um método de intervenção psicossocial. Belo Horizonte: Edições do Campo Social, 2001.
HUNTER, James C. Como se tornar um líder servidor. Rio de Janeiro: Sextante, 2006.
osorio, Luiz Carlos. Psicologia grupal: uma nova disciplina para o advento de uma era. Porto Alegre: Artmed, 2003.
http://www.humanus.pt/item1.php?lang=1&id_channel=39&id_page=196
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_social
http://projeto.org.br/cd/Bette_Professor.pdf
http://webquest.sp.senac.br/
http://www.webeduc.mec.gov.br/webquest/index.php
Webquest criada por Dayana Bottignon Cruz Rodrigues como atividade para a disciplina Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e Tecnologias da Comunicação e da Informação - Curso de Especialização em Docência do Ensino Superior pela PUC- Minas – BH.
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